Mostrando postagens com marcador padre pio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador padre pio. Mostrar todas as postagens

domingo, 29 de janeiro de 2017

Oração a São Pio de Pietrelcina

Ó glorioso São Pio de Pietrelcina, Vós que sois o Santo deste novo milênio, Vós que sois meu amigo, Consolador da minha alma, auxílio de mim que sou pecador, que pelo Vosso sofrimento compreende bem todos os meus sofrimentos. 
A vós me consagro e aos que me são caros.
 A Vós confio meu espírito, para que o torneis capaz de suportar todas as tribulações que tenho no coração. A Vós confio a súplica de apresentar minha alma a Nossa Senhora das Graças, para que eu possa obter de Deus a eterna salvação.
 A Vós confio meu pedido de intercessão para que eu obtenha da divina bondade a graça de..., que ardentemente desejo. 
Acolhe-me sob a Vossa proteção.
 Defendei-me dos ataques do maligno.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém. 

GUERRA, Anderson Pe. Orações de cura e libertação. Rio de Janeiro; Petra. 2015.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

O Estigma

Foram bem tristes os primeiros meses de 1918. A guerra e a gripe "espanhola" haviam matado muitos da população e do convento. Não posso deixar de lembrar, dentre as vítimas daquela epidemia, dois dos três videntes de Fátima, Francisco e Jacinta. O convento de Santa Maria delle Grazie foi reduzido a três freis: padre Paolino, o superior; frei Nicola, um frei pedinte; Padre Pio que apenas pegou a "espanhola", graças ao Céu, de modo rápido, mas ficou de cama de 5 a 17 de setembro. Esse era o pequeno grupo conventual. 
Na manhã de sexta-feira, 20 de setembro, Festa dos Estigmas de São Francisco, depois da Missa, Padre Pio rezou tudo sozinho, no coro. Quase sem perceber, viu-se tomado por uma doce sono, acompanhado por uma completa sensação de paz. De improviso, ele se dirigiu àquele crucifixo que estava diante de si e que sempre esteve firme, no balaustre do coro. 
Mas naquele momento, o crucifixo assumiu o semblante daquele personagem celeste que em 5 de agosto lhe havia traspassado o coração. Com uma diferença, desta vez o personagem tirou sangue abundante das mãos, dos pés e do coração, de repente, desapareceu. 
Padre Pio, que ficou bastante assustado com aquela visão, sentiu-se ferido naquelas mesmas partes: nas mãos, nos pés e no coração; sentiu-se traspassado e não parava de sangrar.
Foi engatinhando até a cela, onde tratou de enfaixar os lugares feridos.
Escreveu sem seu diário espiritual os sentimentos que havia provado e que continuava experimentando: dor, crítica, humilhação, confusão. Não tinha paz; não sabia como comportar-se com os irmãos, com os outros. Invocou, suplicando ao Senhor com todas as suas forças:
- "Permita-me a dor, aumenta-a se o Senhor quiser, mas livra-me das marcas visíveis. Dá-me a graça de que não sejam vistas!" 

AMORTH, Gabriele. Padre Pio - breve história de um santo. São Paulo: Palavra e Prece. 2010.

Ps.: postagem dedicada aos amigos Germano e Manuela Martinez.